Filosofia Medittariana

Aceitamos:


1. Aceitamos a existência de uma Fonte Criadora, uma vez que não acreditamos que o universo possa ter pulado do nada para a existência ou que o nada tenha poder e conhecimento para gerar universos.
1.1. "Nada surge do nada" (Parmênides).

1.2. "Uma coisa nasce de uma coisa. Uma coisa não nasce de uma não-coisa". (Lao Tse).

1.3. Aceitamos que a Fonte Criadora possa receber inúmeras nomenclaturas de conotação cultural, como Deus, Dios, God, Bog, Tupã, Allah, Jeová, Shiva, conotações mitológicas, como Zeus, Apolo, Odin, Thor, Amon-rá, Netuno, conotações escolásticas como Grande Arquiteto do Universo, Superarquiteto ou Superconsciência.

1.4. Aceitamos que a Fonte Criadora está fora do tempo, sendo atemporal, portanto, incriada, está fora do espaço, não possuindo dimenções, está fora da matéria. Aceitamos que o tempo-espaço-massa pode ser uma das infinitas manifestações da Fonte Criadora.

2. Aceitamos que somos consciências multidimencionais colapsadas na terceira dimensão. Aceitamos que podemos nos relacionar com seres ou consciências colapsadas em dimensões superiores de existência. Aceitamos que nós podemos transcender a dimencionalidade do espaço-tempo por meio da prática de meditação com ayahuasca.

2.1. Aceitamos a imortalidade da alma.

3. Aceitamos a transcendentalidade da vida, que em linguagem popular pode também receber a nomenclatura de espiritualidade ou religiosidade.

3.1. Aceitamos a vida após a morte.

4. Aceitamos que o conhecimento sempre poderá ser fundamentado cientifica ou filosoficamente.

5. Aceitamos que há limites ao conhecimento acadêmico. 

6. Aceitamos que ao cruzar as fronteiras do conhecimento acadêmico, entramos no terreno das crenças e paradigmas humanos.

6.1. Aceitamos que as crenças precisam ser continuamente questionadas para poderem se perpetuar até resultarem em conhecimento.

6.2. Aceitamos que, antes do conhecimento, a crença é necessária.

7. Aceitamos a racionalidade.

8. Aceitamos que devemos "ser um ponto de interrogação ambulante".

9. Por fim, aceitamos que pessoas boas podem se transformar em pessoas ainda melhores.