Ayahuasca, nome quíchua de origem inca, refere-se a uma bebida sacramental produzida a partir da decocção de duas plantas nativas da floresta amazônica: o cipó Banisteriopsis caapi (mariri ou jagube) com as folhas do arbusto Psychotria viridis (chacrona ou rainha)

Seu uso expandiu-se pela América do Sul e outras partes do mundo, a partir de meados do século passado, com o crescimento de movimentos espirituais organizados, sendo os mais significativos o Santo Daime, a União do Vegetal, a Barquinha, além de dissidências destas e grupos independentes que o consagram em seus rituais em estilos variados de crenças e ensinamentos mas sempre mantendo o princípio de expansor da consciência.

É também conhecida pelos nomes: vegetal, daime, yagé, caapi, nixi, hoasca, natema, vinho da alma, abuelita, chá misterioso, entre outros. O nome mais conhecido, ayahuasca, significa "liana (cipó) dos espíritos".

Ainda que definido comumente como chá ou decocção, a ayahuasca é um concentrado, uma redução das fervuras, resultando em um líquido marrom, de gosto forte e normalmente acidificado. Seu feitio é realizado em ritualísticas especiais e depois armazenado.